Mitologia do FaeVerso: A origem do FaeVerso

A origem do FaeVerso

Antes mesmo da canção ter sido cantada, existia somente uma neblina cinzenta. Ilimitada, vazia por toda sua extensão. Um mar denso e infinito, uma névoa esfumaçada e sem cor. Nenhuma luz, nenhuma sombra. Por um período incontável, esta quintessência, silenciosa e pesada, persistiu em cada canto e região.

Então, em um único momento, a completude de todos os seres, a vasta névoa miasmática veio de todas as direções e concentrou-se em um singular aspecto. Em um instante, uma luz branca e lancinante foi formada, e à sua volta uma escuridão absoluta instalou-se.

O ponto de luz começou então a emitir um gentil zumbido. Uma melodia que daria início ao Verso de todas as coisas. E, com delicadeza, o ponto de luz dividiu-se, formando assim outra luz, com sua própria cor, adicionando sua própria melodia à canção da existência. O primeiro ponto perguntou pelo nome do segundo: “Eu sou Fae,” ele tremeluziu calorosamente. Então, em honra à sua primeira criação, o primeiro decretou que esta existência deveria ser chamada de FaeVerso. Então, por vez e vez, o aspecto primário dividiu-se até que houvesse um excitante coro de luzes e cores dançando, assim, cada vez mais afastando a escuridão para longe. Mas, após tanto dar, o primeiro aspecto tornou-se cada vez mais fusco, e sua canção virou uma de saudade.

Para alegrar o primeiro aspecto, os outros criaram o que seriam conhecidos como os mundos do FaeVerso, e em cada um deles uma multitude de materiais e seres. Os aspectos começaram uma brincadeira para ver qual teria a melhor criação, e assim conceberam mais e mais mundos, proporcionando uma parte de si mesmos em suas criações.

O primeiro aspecto também desejava brincar, então, enquanto cantava, criou o que achou seria o melhor dos mundos do FaeVerso. Os Ath — o primeiro de todos os povos — receberam do primeiro aspecto parte de sua natureza, e poder.

Ao verem o que o primeiro aspecto tinha criado, os outros decidiram também criar seu próprio povo, e, por muito tempo, havia perfeita harmonia e paz no Verso. Os aspectos cantavam juntos, tecendo o destino, um fio por vez.

Porém os outros não notaram que, com a criação dos Ath, o primeiro aspecto havia virado pura escuridão, e sua saudade tornou-se em ânsia…

O texto original em inglês é de autoria de Brian Kramer, da Subsoap.
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Mitologia do FaeVerso: Descubra os básicos sobre os Animais Rúnicos

Animais Rúnicos:
Os companheiros naturais dos alquimistas

No FaeVerso, aqueles que descobrem runas a muito perdidas, ou as criam, podem invocar ovos de animais rúnicos. Quando estes são chocados, alquimistas podem aceitar seus novos companheiros rúnicos.

Animais rúnicos são parentes próximos dos animais Fae. Enquanto os animais rúnicos estão conectados à magia elemental, animais Fae, como as fadas, estão diretamente entrelaçados com o poder mágico concedido pela Fae.

O Verso do Espírito Primal
está escondido dentro do ser

Todo animal rúnico possui um nome verdadeiro, oculto por glifos rúnicos, que revela os segredos de sua espécie dentro do Verso.

Animais rúnicos são invocados por seus guardiões não apenas para ajudá-los, mas também para proteger o Verso contra a escuridão. Ao mesmo tempo que ajudam os alquimistas, é também sua missão serem seus protetores, ajudando-os a realizar seu destino nos mundos do FaeVerso.

Animais rúnicos também existem em sua individualidade, em seus próprios mundos, alguns distantes e escondidos. Enquanto a maioria deles exercem seu trabalho como protetores no Verso, outros foram corrompidos tanto quanto é possível, e tornaram-se uma ameaça a todos.

Os mundos são escuros e cheios de terror

Enviar os animais rúnicos para combater as criaturas sombrias, seres corrompidos pela escuridão, permite que ganhem experiência em batalhas. Eventualmente, com experiência suficiente, todos os animais rúnicos tornam-se capazes de evoluir para uma forma mais poderosa. À medida que fortalecem-se, eles adquirem acesso a novas habilidades, concedendo a seus companheiros mais poder.

Quando soltos na natureza, animais rúnicos caçam e lutam por conta própria. Mesmo se derrotados por uma sombra, eles sobreviverão, dado que descansem por um período em sua runa.

Além de lutarem com sombras na natureza, eles também podem ser enfrentados por outros animais rúnicos, guardiões lendários que irão testar suas habilidades, que concederão uma grande recompensa caso derrotados.

Torneios: por glória e poder

Alquimistas se reúnem em grupos para levarem seus animais rúnicos em arenas, onde combatem entre si para testar sua força e ganharem prêmios por suas vitórias.

Quais outros mistérios estes animais ocultam?

O texto original em inglês é de autoria de Brian Kramer, da Subsoap.
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